
Durante a pandemia no ano de 2021, em um tipo de ritual de conexão, fiz sementes de argila enquanto pensava o que deixava morrer e o que queria levar adiante e compartilhar com as pessoas. Protegi e acolhi esses desejos no meu ventre, juntando forças para um renascimento próximo e possível. Nesse movimento de conexão trouxe para perto de mim todas as mulheres que vieram antes de mim, as que estão próximas e são a minha rede e me conectei com todas as que virão. SEMENTES DE MUNDO foi um gesto poético concretizado em uma fotografia; que virou lambe lambe e está no mundo; também desdobrou-se em uma performance e um convite a conexão, onde proponho a feitura coletiva de bombas de sementes para germinarem por ai.